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PLP 257/16: SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA REAGEM CONTRA O GOLPE

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Cerca de 10 mil servidores da Segurança pública do Estado de Minas Gerais, escreveram mais um ato histórico na mobilização e passeata pelas ruas de Belo Horizonte nesta segunda-feira, 19/12/2016.

Diretores da ASCOBOM, deputado Sargento Rodrigues, deputado Federal Subtenente Gonzaga, demais presidentes das entidades de classe e militares estaduais se reuniram Clube dos Oficiais (COPM), onde decidiram por uma paralisação geral em manifesto ao PLP 257/2016 e logo após, em passeata deslocaram até a a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

De acordo com o deputado Sargento Rodrigues, o PLP 257/2016 destrói a carreira dos servidores da segurança pública. “Esse projeto acaba com a aposentadoria aos 30 anos de serviço, aumenta a contribuição previdenciária de 11 para 14%, ele destrói toda a carreira dos policiais e bombeiros militares de todo o Brasil. Estamos falando de homens que, diariamente, colocam em risco suas vidas em defesa da população. Não é justo que carreiras tão importantes para a sociedade sejam destruídas dessa forma, por irresponsabilidade de gestores que não cuidaram do dinheiro público”, afirmou.

Para o Presidente da ASCOBOM, Sargento Alexandre Rodrigues, a proposta do governador em não aderir o PLP 257 é um golpe, é mentira. “Foi ele quem propôs ao senado para mudar o conteúdo do projeto para prejudicar os militares. Ao perceber o envolvimento do comandante geral da PMMG, o governador logo o chamou para amenizar o discurso, e influenciar as associações representativas de classe. Não aceitaram participar deste golpe o CSCS, a ASCOBOM e o Deputado Sgt Rodrigues… O governador é maquiavélico, não descansou um só dia em seu mandato, na luta contra a segurança pública, não caiam no conto do vigário. Teremos um golpe caso aceitem a argumentação do governador, a nossa luta continua.

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Ao final da manifestação, por unanimidade, os servidores decidiram por uma paralisação geral, inclusive, os que estiverem de serviço responderão à chamada normalmente, mas ficarão aquartelados e não sairão às ruas.

Um novo ato foi marcado para o dia 20/12/2016, terça-feira, na praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), às 10 horas.

Assessoria de Comunicação

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