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ASCOBOM MG SE FAZ PRESENTE EM AUDIENCIA PUBLICA NA ALMG, EM DENUNCIAS QUE MILITARES DE PARÁ DE MINAS, HAVIAM PASSADO POR CONSTRANGIMENTO ILEGAL E ABUSO DE AUTORIDADE, COMETIDOS PELA CORREGEDORIA DA PMMG.
PúblicoO 2º Ten. PM Tyrone da Silva Teixeira, lotado na 7º BPM em Bom Despacho, afirmou, durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia de Minas Gerais (ALMG), desta quinta-feira (19/11), que a ordem para manter a porta do banheiro aberta para uso de um policial com problemas intestinais seria para manter sua integridade física que, ainda segundo o próprio tenente, poderia atentar contra a própria vida em razão das denúncias que pesavam contra ele.
O militar em questão era o CB PM Alain Lázaro da Silva, lotado na 19ª Cia Ind, que com mais cinco militares tiveram seus direitos e garantias individuais violados durante ação da corregedoria da Polícia Militar de Minas Gerais. A audiência pública foi requerida pelo Deputado Estadual CABO JÚLIO.
A ação da subcorregedoria da 7ª região da PMMG, na 19ª Cia Ind em Pará de Minas, aconteceu no dia 19 de setembro, com base em um Inquérito Policial Militar (IPM) em desfavor de três policiais militares lotados naquela unidade.
De acordo com as denúncias, além do constrangimento sofrido pelo CB Lázaro que sofreu busca antes de ir ao banheiro, os três policiais que não estavam sob investigação foram mantidos em cárcere privado por quase duas horas, a corregedoria entrou sem mandado na casa de um dos militares, arrolaram uma testemunha inidônea e, ainda, em razão do procedimento, a cidade ficou sem policiamento durante a operação da corregedoria. E mais, após sete horas da diligência, o CB Tone Angele Honório dos Santos que havia sido liberado para o serviço as 11hs da manhã, recebeu ordem sete horas depois para fazer contato com a guarnição da Corregedoria onde foi conduzido a Delegacia da Polícia Civil da cidade. Os documentos enviados ao gabinete, comprovam que o Registro de Eventos de Defesa Social (REDS) foi alterado por duas vezes e de forma equivocada.
A ASCOBOM MG nesta audiência, foi representada pelo Diretor Institucional Sub Ten NONATO,  através do seu Presidente SGT ALEXANDRE RODRIGUES, repudia inteiramente a atitude dos integrantes da Corregedoria de Policia neste caso, coloca-se a disposição dos militares que queiram tomar qualquer providencia reparadora.
Os militares lotados na 19ª Cia Ind em Pará de Minas, compareceram à reunião.

 

O 2º Ten. PM Tyrone da Silva Teixeira, lotado na 7º BPM em Bom Despacho, afirmou, durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia de Minas Gerais (ALMG), desta quinta-feira (19/11), que a ordem para manter a porta do banheiro aberta para uso de um policial com problemas intestinais seria para manter sua integridade física que, ainda segundo o próprio tenente, poderia atentar contra a própria vida em razão das denúncias que pesavam contra ele. 

O militar em questão era o CB PM Alain Lázaro da Silva, lotado na 19ª Cia Ind, que com mais cinco militares, tiveram seus direitos e garantias individuais violados durante ação da corregedoria da Polícia Militar de Minas Gerais. A audiência pública foi requerida pelo Deputado Estadual CABO JÚLIO.

A ação da subcorregedoria da 7ª região da PMMG, na 19ª Cia Ind em Pará de Minas, aconteceu no dia 19 de setembro, com base em um Inquérito Policial Militar (IPM) em desfavor de três policiais militares lotados naquela unidade. 

De acordo com as denúncias, além do constrangimento sofrido pelo CB Lázaro que sofreu busca antes de ir ao banheiro, os três policiais que não estavam sob investigação foram mantidos em cárcere privado por quase duas horas, a corregedoria entrou sem mandado na casa de um dos militares, arrolaram uma testemunha inidônea e, ainda, em razão do procedimento, a cidade ficou sem policiamento durante a operação da corregedoria. E mais, após sete horas da diligência, o CB Tone Angele Honório dos Santos que havia sido liberado para o serviço as 11hs da manhã, recebeu ordem sete horas depois para fazer contato com a guarnição da Corregedoria onde foi conduzido a Delegacia da Polícia Civil da cidade. Os documentos enviados ao gabinete, comprovam que o Registro de Eventos de Defesa Social (REDS) foi alterado por duas vezes e de forma equivocada. 

Os militares lotados na 19ª Cia Ind em Pará de Minas, compareceram à reunião.

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O 2º Ten. PM Tyrone da Silva Teixeira, lotado na 7º BPM em Bom Despacho, afirmou, durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia de Minas Gerais (ALMG), desta quinta-feira (19/11), que a ordem para manter a porta do banheiro aberta para uso de um policial com problemas intestinais seria para manter sua integridade física que, ainda segundo o próprio tenente, poderia atentar contra a própria vida em razão das denúncias que pesavam contra ele.
O militar em questão era o CB PM Alain Lázaro da Silva, lotado na 19ª Cia Ind, que com mais cinco militares, tiveram seus direitos e garantias individuais violados durante ação da corregedoria da Polícia Militar de Minas Gerais. A audiência pública foi requerida pelo Deputado Estadual CABO JÚLIO.
A ação da subcorregedoria da 7ª região da PMMG, na 19ª Cia Ind em Pará de Minas, aconteceu no dia 19 de setembro, com base em um Inquérito Policial Militar (IPM) em desfavor de três policiais militares lotados naquela unidade.
De acordo com as denúncias, além do constrangimento sofrido pelo CB Lázaro que sofreu busca antes de ir ao banheiro, os três policiais que não estavam sob investigação foram mantidos em cárcere privado por quase duas horas, a corregedoria entrou sem mandado na casa de um dos militares, arrolaram uma testemunha inidônea e, ainda, em razão do procedimento, a cidade ficou sem policiamento durante a operação da corregedoria. E mais, após sete horas da diligência, o CB Tone Angele Honório dos Santos que havia sido liberado para o serviço as 11hs da manhã, recebeu ordem sete horas depois para fazer contato com a guarnição da Corregedoria onde foi conduzido a Delegacia da Polícia Civil da cidade. Os documentos enviados ao gabinete, comprovam que o Registro de Eventos de Defesa Social (REDS) foi alterado por duas vezes e de forma equivocada.
Os militares lotados na 19ª Cia Ind em Pará de Minas, compareceram à reunião.

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