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	<title>Ascobom</title>
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	<description>Ascobom</description>
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		<title>Confira as fotos do 57º Revista Geral – 04 de Setembro de 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 20:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum de Fotos]]></category>

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		<description><![CDATA[Revista Geral, o programa de segurança pública e cidadania da Ascobom – todo sábado na rádio 107,5 FM.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-20626" title="04092010536" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/04092010536-300x225.jpg" alt="04092010536" width="300" height="225" /><img class="alignnone size-medium wp-image-20627" title="04092010537" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/04092010537-300x225.jpg" alt="04092010537" width="300" height="225" /><img class="alignnone size-medium wp-image-20628" title="04092010538" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/04092010538-300x225.jpg" alt="04092010538" width="300" height="225" /><img class="alignnone size-medium wp-image-20625" title="04092010535" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/04092010535-300x225.jpg" alt="04092010535" width="300" height="225" /></p>
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		<title>PF ajuda a apurar assalto milionário em BH</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 20:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Polícia Federal vai investigar o roubo à sede da transportadora de valores Embraforte, no Bairro Ouro Preto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-20621" title="policia_federal" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/policia_federal-300x236.gif" alt="policia_federal" width="300" height="236" align="left" hspace="5" />A Polícia Federal vai investigar o roubo à sede da transportadora de valores Embraforte, no Bairro Ouro Preto, região da Pampulha, na manhã de sábado, que rendeu aos criminosos pelo menos R$ 45 milhões, no maior assalto da história de Minas Gerais. Fontes da PF informaram ao Estado de Minas que agentes federais já estão acompanhando o trabalho da Polícia Civil, iniciado na tarde de sábado, logo depois da comunicação do assalto, e vão buscar a identificação e a prisão da quadrilha o mais depressa possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Polícia Civil, as investigações seguem duas linhas: pistas que apontam para a atuação de uma quadrilha de outro estado, a princípio São Paulo ou Rio de Janeiro, e o possível envolvimento de funcionários ou ex-empregados da Embraforte. “Estamos fazendo o levantamento das fichas dos colaboradores da empresa e de seus parentes”, disse o chefe do Departamento de Investigações contra o Patrimônio, delegado Islande Batista.</p>
<p style="text-align: justify;">Os policiais tentam identificar as peças-chaves do quebra-cabeça e funcionários ou ex-empregados que têm ou tinham funções estratégicas na empresa e que poderiam ter repassado informações privilegiadas à quadrilha. Agentes que participam da investigação contaram que um dos bandidos, assim que entrou na sede da empresa, teria dito: “Cadê o Carlinhos? Ele não trabalha mais aqui, né?”</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos reféns que permaneceu no sítio no Bairro Fortaleza, em Ribeirão das Neves, usado como cativeiro durante a noite de sexta-feira, contou aos policiais que os criminosos tinham informações detalhadas sobre a movimentação de dinheiro na empresa. Um dos assaltantes afirmou, em conversa com um comparsa, que, pelo menos, R$ 14 milhões estavam guardados nos cofres da Embraforte. Para a polícia, essa informação confirma que os criminosos tinham certeza de que a empresa estava guardando um grande volume de dinheiro, que seria usado para abastecer os caixas automáticos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal durante o feriado.</p>
<p style="text-align: justify;">Por tudo isso, o delegado, embora não forneça mais detalhes sobre o trabalho da equipe que coordena, reafirmou a certeza que o grupo de assaltantes é formado por criminosos experientes. “Não estamos investigando uma quadrilha qualquer”, disse o policial.</p>
<p style="text-align: justify;">Islande Batista informou ainda que os reféns serão chamados novamente para prestar depoimento durante a semana, depois que estiverem mais calmos. O delegado comentou que algumas das vítimas do sequestro, que passaram mais de 12 horas sob a mira de fuzis e pistolas e ameaçados de ter seus corpos destruídos por granadas, não puderam ser ouvidos em razão do nervosismo . “Eles estavam abalados e com muito medo”, descreveu.</p>
<p style="text-align: justify;">Por Thobias Almeida  &#8211; Estado de Minas</p>
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		<title>Policial militar é esfaqueado durante carnaval temporão de Montes Claros</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 20:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma briga entre três jovens durante uma micareta terminou com um militar ferido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-20617" title="grafico_violencia" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/grafico_violencia-300x282.jpg" alt="grafico_violencia" width="300" height="282" align="left" hspace="5" />Uma briga entre três jovens durante uma micareta terminou com um militar ferido no Norte de Minas nesse sábado. Na primeira noite do carnaval temporão de Montes Claros, o Carnamontes, a Polícia Militar registrou sete ocorrências sendo uma delas tentativa de homicídio contra o policial. De acordo com a PM, houve uma briga entre três rapazes durante a festa e o soldado Luiz Fernando Pereira de Freitas, de 25 anos, fazia o policiamento a paisana dentro do evento. Ele tentou controlar a confusão. Um dos envolvidos na briga, Bruno Rosa Barbosa, 18 anos, sacou uma faca e golpeou o militar nas costas.</p>
<p style="text-align: justify;">O policial foi encaminhado para o Hospital Universitário Clemente de Faria onde passou cirurgia durante a madrugada e depois foi levado para o Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Santa Casa de Montes Claros. De acordo com o hospital o estado do militar é estável, ele está em recuperação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Carnamontes tem um rígido sistema de segurança. Os folões só tem acesso ao circuito fechado da Praça dos Jatobás, depois de passar por vistoria com detectores de metais. A equipe de segurança da festa envolve 250 policiais militares. Entretanto, de acordo com a PM, Bruno Rosa Barbosa conseguiu driblar o esquema escondendo a faca dentro tênis.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram presos juntamente com Bruno os outros envolvidos na briga, Fábio Dutra da Silva, 19 anos e Jonhatan Wilian Marques Silva, de 18. Ainda segundo a PM, as outras ocorrências registadas no carnaval temporão foram simples, sendo duas de tráfico de drogas, duas por lesão corporal, e duas por furtos de documentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Atração</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira noite do Carnamontes a principal atração foi a banda Paragolé, do artista Léo Santana cantor da música Rebolation, sucesso no último carnaval. Neste domingo a festa está por conta do Grupo Psirico e a banda Voa 2. Também é atração da festa o DJ Jesus Luz, namorado da cantora Madonna.</p>
<p style="text-align: justify;">Por  Luana Cruz &amp; Luiz Ribeiro &#8211; Estado de Minas</p>
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		<title>Cerca de 62% das ligações para a PM são trotes e brincadeiras</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 20:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De 1º de janeiro a 2 de setembro deste ano, a Polícia Militar de Santa Catarina atendeu o telefone 57.768 vezes. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-20612" title="PM Trote" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/PM-Trote.jpg" alt="PM Trote" width="300" height="199" align="left" hspace="5" />No entanto, 62,2% das ligações não geraram qualquer ocorrência policial. Isso porque o 190 tem sido usado de forma errada, para outras finalidades. Há quem ligue para a PM quando deveria acionar outros órgãos, como Bombeiros, Defesa Civil e Prefeitura. Também há aqueles que se divertem passando trotes ou fazendo brincadeiras de mau gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o chefe da Central de Emergência do 14º Batalhão da Polícia Militar, tenente Veloso, apenas 37,8% das ligações – 21.835 telefonemas – resultaram em atendimentos policiais. No ano passado, a equipe atendeu 75.134 ligações, mas apenas 22.414 ocorrências (29,83%) eram de responsabilidade da corporação. O horário em que o telefone costumeiramente não para de tocar no batalhão é das 18h às 19h, quando a maioria dos órgãos públicos já encerrou o expediente. Nesse período estão concentradas 6,11% das ligações atendidas este ano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Muitas pessoas ligam para saber o telefone de outros órgãos, como os números de plantão da Prefeitura. Em outros casos, são emergências para os Bombeiros ou Defesa Civil, mas que a pessoa não tem condições de ligar. Nessas situações, nós mesmos entramos em contato com o órgão solicitado”, comentou. Até quinta-feira, a PM atendeu 6.633 ligações – 11,48% do total – com pedidos de telefone de outros serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Por Daiane Zanghelini &#8211; O Correio do Povo</p>
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		<title>Denúncia</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 20:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Banheiro do 19º BPM está em condições precárias! O banheiro não tem sabão para higienização, não tem papel higiênico, não tem portas, nem toalhas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-20602" title="SAM_6338" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/SAM_6338-300x225.jpg" alt="SAM_6338" hspace="5" width="300" height="225" align="left" />O banheiro não tem sabão para higienização, não tem papel higiênico, não tem portas, nem toalhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem apenas dois vasos sanitários que não possuem assentos sanitários, ficam inviáveis para o uso e não possui mictório.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-20603" title="SAM_6341" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/SAM_6341-300x225.jpg" alt="SAM_6341" hspace="5" width="300" height="225" align="left" />Muitas vezes fica sem água e com um péssimo odor. Fica localizado no HALL do BPM e é o único banheiro para o público e a maioria dos praças usarem!</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos acordar ai Comandante, dignidade para os militares de Teofilo Otoni.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Blog da Renata</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Você não pode perder o Revista Geral deste sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 17:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa de segurança pública e cidadania da Ascobom na rádio 107FM. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-20595" title="Revista-90x50" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Revista-90x50.jpg" alt="Revista-90x50" hspace="5" width="90" height="50" align="left" />No programa deste sábado (4), vamos debater com nossos convidados vários temas que marcaram o mês de agosto e essa primeira semana de setembro. Assuntos que prometem muita coisa ainda pela frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos falar do Tiroteio em frente ao Ceresp Betim no último dia 26 de agosto. Na troca de tiros, quatro pessoas foram baleadas. Um preso morreu e o diretor de segurança da unidade também foi atingido. Também discutiremos a PEC 308 que reconhece os agentes penitenciários como polícia penal e a comemoração dos 29 anos de presença da Mulher nos quadros da Polícia Militar de Minas Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Você não pode perder o Revista Geral, o programa de rádio da Ascobom que vai ao ar às 16 horas na rádio 107,5 FM.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah! E você pode participar ao vivo mandando seu e-mail para recados@radio107fm.com</p>
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		<title>Polícias brasileiras usam diariamente munição proibida em guerras</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 17:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Munições de ponta oca e de ponta ogival. Projéteis com interior oco foram banidos de guerras, mas são usados de forma rotineira pelas polícias do País.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-20591" title="balas-300x225" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/balas-300x225.jpg" alt="balas-300x225" width="300" height="225" align="left" hspace="5" />Policiais civis e militares brasileiros e agentes federais usam indiscriminadamente munições de ponta oca, cujo uso é proibido entre nações, pela Convenção de Haia de 1899. A norma regulamenta armas e munições que podem ser usadas por militares em conflitos armados, levando em conta o viés humanitário.</p>
<p style="text-align: justify;">As munições de ponta oca, “hollow point”, são “projéteis de expansão”. O artefato expande o tecido atingido, fazendo um buraco ao atingir o corpo humano, causando maior impacto e neutralizando o alvo com maior eficiência. Também conhecida como “dum dum”, essa munição diminui muito a chance de ricochetear ou atravessar um alvo e atingir outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela liberação de maior energia cinética no impacto, porém, causa lesões mais sérias que a ogival, comum.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o diretor do IML (Instituto Médico Legal) do Estado do Rio de Janeiro, Frank Perlini, “a característica de um ferimento de bala oca [internamente] é semelhante à forma de um cogumelo, pois a munição retém todo o poder de energia do projétil dentro do corpo e dobra o seu poder de destruição, sendo mais letal que a munição em forma de ogiva, totalmente fechada”.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há restrição legal para o uso da munição por forças policiais – a Convenção de Haia (1899) se aplica somente aos exércitos. Mas a sua aplicação é cercada de polêmica entre os defensores e críticos dos Direitos Humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">No exterior, a munição ponta oca é usada largamente pelas polícias dos Estados Unidos. Já na Inglaterra, foi utilizada, em 2005, para matar o brasileiro Jean Charles de Menezes, confundido com um terrorista dentro de uma estação de metrô em Londres.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso no Brasil dessa munição não é proibida pela Lei Federal n° 10.826/2003 e pelo decreto presidencial n° 5.123/2004, responsáveis por regulamentar as armas e munições no País. Ainda segundo a legislação, o Exército é o responsável por autorizar as munições que são usadas na federação, e cada órgão policial solicita os artefatos de acordo com sua necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Coronel Achiles Filho, assessor da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados da corporação, “não existe proibição para o uso da munição ponta oca, somente restrição a calibres maiores para as polícias”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo o oficial, a bala de ponta oca não seria a mesma vetada pela primeira Convenção de Haia “por não possuir produtos tóxicos, o que é proibido na legislação brasileira”.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto o texto original da Conferência afirma que “estão banidas [em guerras] as munições que se expandem no corpo humano, como as que possuem o seu interior oco”. O documento não se refere aos pesos das munições ou à utilização de produtos tóxicos nelas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Polícia Federal informou que usa a munição de ponta oca como padrão desde 2006. Antes, alternava o seu uso com a munição ogival. O motivo da troca seria a característica da munição em forma de ogiva, que transfixa o corpo atingido, podendo acertar outras pessoas. A instituição conta atualmente com 12 mil agentes que utilizam a munição em armas pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Contactada pelo iG, a assessoria do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF) não respondeu qual a arma utilizada diariamente pela instituição ou se usava munição “hollow point”. No entanto há a autorização pelo exército do uso da pistola .40 para os agentes e, consequentemente, dos projéteis de expansão.</p>
<p style="text-align: justify;">As polícias militares e civis do País usam a pistola calibre .40 para o dia a dia. A munição ponta oca é utilizada por algumas polícias estaduais &#8211; o Exército afirma que independentemente do uso todos  os Estados possuem esse artefato.</p>
<p style="text-align: justify;">A Polícia Militar do Rio e a Brigada Militar do Rio Grande do Sul confirmaram a adoção dessa munição de expansão no seu uso diário. As munições oficiais da PM de São Paulo são de ponta oca; a Polícia Civil paulista usa tanto as de ponta oca quanto as ogivais, de acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado. Já as forças de segurança da Bahia e do Paraná só usam as ogivais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o professor de Relações Internacionais da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Alexander Zhebit, “o uso de armas desumanas pelas forças de manutenção de ordem dentro de um país não é menos desumano do que seu uso contra o adversário em conflito armado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.ojornalweb.com<br />
Blog da Renata</p>
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		<title>A tarefa de limpar a polícia do Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 17:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Deve-se reconhecer que o governo estadual não tem fugido ao desafio de enfrentar a banda podre, do que é prova a progressão de desligamentos na força nos últimos três anos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-20587" title="Brasão_PMRJ" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Brasão_PMRJ-225x300.PNG" alt="Brasão_PMRJ" width="225" height="300" align="left" hspace="5" />Atolado num processo de &#8220;medelinização&#8221;, com o narcotráfico cada vez mais ousadamente encurralando os poderes constituídos, o México toma a decisão drástica de promover uma limpeza radical nas forças de segurança do país. Nada menos que 3.200 policiais federais, o equivalente a 9% do efetivo da corporação, foram expulsos por suspeita de corrupção e ligação com o crime organizado. A polícia colombiana, por sua vez, entre 1992 e 1995, defenestrou 17 mil agentes (de uma força com um total de 90 mil homens), acusados de práticas como corrupção, violação dos direitos humanos, ligação com o crime e indisciplina.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação entre maus policiais e indicadores negativos de criminalidade é direta. Na Colômbia, o número de homicídios caiu 70% após a faxina na polícia (que elevou de 17% para mais de 70% o índice de aprovação da corporação). No México, encurralado pela escalada de ações violentas do narcotráfico, fala por si a expulsão de quase 10% do efetivo da força policial, como medida desesperada para conter o avanço do crime organizado nas instituições.</p>
<p style="text-align: justify;">São exemplos sobre os quais as autoridades de segurança fluminenses têm obrigação de se debruçar. Se não alcançou o patamar de afrontas que levaram a Colômbia à beira do caos institucional, e parece arrastar o México para igual cenário de assombração, o Estado do Rio se defronta episodicamente com situações que remetem ao mesmo fantasma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em duas semanas, a capital viveu dois exemplos de como a segurança pública tem picos de deterioração na luta contra o crime organizado e na instituição policial. Do primeiro caso, foi evidência a ocupação de ruas e um hotel de São Conrado por um comando de traficantes. Do segundo, que dá conta da degeneração no quadro de pessoal, foi emblemática a prisão de um capitão da PM que, fardado, julgava colegas de corporação, e, paisano, roubava cabos telefônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por incontornável, a assepsia na polícia do Rio deve ser feita de maneira a não se perder a oportunidade histórica. Que os exemplos de Colômbia e México sirvam de paradigma. O primeiro país, como método a seguir, com uma faxina planejada que logrou fazer uma filtragem bem-sucedida, recuperando uma corporação desacreditada sem escorregar nos aspectos jurídicos (os policiais expulsos não recorreram à Justiça). O segundo, como exemplo a evitar: agir sem planejamento, quando a situação se deteriorar, como fez o México, é dar chance a equívocos fatais.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se reconhecer que o governo estadual não tem fugido ao desafio de enfrentar a banda podre, do que é prova a progressão de desligamentos na força nos últimos três anos. Segundo a PM, 767 policiais foram expulsos desde 2007. Do ano passado até março de 2010, haviam sido afastados 518, cerca de 300 deles somente em 2009. Mas é preciso também rever os critérios de admissão e a política de remuneração. São passos a serem dados com urgência, para evitar que aqui se repita o colapso que levou a Colômbia ao fundo do poço e ameaça para lá empurrar o México.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Editorial &#8211; O Globo</p>
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		<title>Sessão especial marca os 175 anos da Polícia Militar em MT</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 16:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com um efetivo de 6.086 mil policiais militares, a Polícia Militar de Mato Grosso comemora no próximo dia 5 de setembro 175 anos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-20583" title="Brasão_PMMT" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Brasão_PMMT-269x300.PNG" alt="Brasão_PMMT" width="269" height="300" align="left" hspace="5" />Com um efetivo de 6.086 mil policiais militares, a Polícia Militar de Mato Grosso comemora no próximo dia 5 de setembro 175 anos. Hoje, a Assembleia Legislativa, em sessão especial, entregou 92 moções de congratulações à corporação.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o deputado Wilson Teixeira – Dentinho (PP) – autor do requerimento solicitando a sessão, a homenagem é justa e que o Parlamento estadual tem cobrado o Governo para melhorar as condições de trabalho da PM em todos os 141 municípios mato-grossenses.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Parlamento reconhece o trabalho prestado pela Polícia Militar ao Estado e à população de Mato Grosso. Por isso, a homenagem é justa, porque não é apenas dos deputados, mas de todo o povo mato-grossense”, afirmou Dentinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O comandante geral da PM/MT, Osmar Lino Farias, afirmou que a cada ano a Polícia Militar vem aprimorando os serviços prestados à sociedade. Ele disse ainda que o Governo do estado pretende dobrar os efetivos policiais &#8211; hoje (6.086) – para até 12 mil policiais em 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">“Isso não quer dizer que o problema da insegurança será resolvido em Mato Grosso. Contudo, nos dará maior tranqüilidade para melhorá-la e, com isso, reduzir a criminalidade em todo o Estado”, observou Osmar Farias.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando a cobrança vem junto com o reconhecimento, a homenagem nos dá força para trabalhar mais e melhor à sociedade. Essa homenagem será uma mola propulsora para servir o Estado e o povo mato-grossense, que clama à redução da criminalidade”, destacou o tenente-coronel Gray Alves Pereira &#8211; falando em nome dos homenageados.</p>
<p style="text-align: justify;">A mesa foi composta pelo deputado Wilson Teixeira &#8211; Dentinho; pelo comandante geral da PM/MT, Osmar Lino Farias; pelo comandante da Regional I de Cuiabá, Zaqueu Barbosa; pelo coronel da PM, Móises Cipriano Dias; pelo diretor de Políticas de Segurança e Cidadania, Alexandre Bustamante dos Santos, representando o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Diógenes Curado e pela assistente social Beatriz Moreschi, representando a Secretaria de Estado Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.odocumento.com.br<br />
Blog da Renata</p>
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		<title>Brasil ainda tem nove estados e o DF sem ouvidorias de polícia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Passados 15 anos da criação da primeira ouvidoria de polícia no país, alguns estados ainda não contam com estruturas independentes para receber queixas da população. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-20579" title="interna-ouvidoria" src="http://www.ascobom.org.br/wp-content/uploads/2010/09/interna-ouvidoria.jpg" alt="interna-ouvidoria" hspace="5" width="142" height="200" align="left" />Rio de Janeiro &#8211; Passados 15 anos da criação da primeira ouvidoria de polícia no país, em São Paulo, nove estados e o Distrito Federal ainda não contam com estruturas independentes para receber queixas da população contra abusos na área de segurança. Entre as razões, está o temor de governos estaduais em dividir informações sobre processos disciplinares das corregedorias com ouvidores, que na maior parte dos casos são civis e ligados aos direitos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise é da coordenadora adjunta de Direitos Humanos e Segurança Pública da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Alessandra Gomes Teixeira da Costa. Ela participou hoje (2) da 31ª Reunião do Fórum Nacional de Ouvidorias de Polícia, que prossegue até amanhã (3), no Rio de Janeiro, reunindo ouvidores de diversos estados brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">“Existe uma grande resistência dos governos em instalar uma ouvidoria de polícia, por causa da transparência e do controle sobre as corporações que isso causa. Os ouvidores podem acabar incomodando os governos”, afirmou Alessandra Costa. Segundo ela, uma das tarefas das ouvidorias é acompanhar os processos disciplinares das corregedorias. “Para se ter um braço da sociedade civil atuando naquela corporação, que pode estar muito protegida e hermética”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">A corregedoria de São Paulo é considerada por ela como a melhor do Brasil, por ser a mais antiga e também por ter mais recursos – como funcionários, equipamentos e automóveis – e respaldo do governo estadual. Os demais estados que já implantaram corregedorias são: Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;">Alessandra Costa adiantou que mais dois estados devem implantar ouvidorias ainda este ano: Alagoas e Sergipe. Mas ressaltou que não basta ter um ouvidor, se o governo estadual não der respaldo e condições de atuação. “Muitas ouvidorias estão sucateadas, estranguladas pelo estado, com muitas dificuldades para o ouvidor conseguir atuar. No Maranhão, o ouvidor inclusive está no Programa de Proteção de Defensores de Direitos Humanos, protegido, porque estava acompanhando um caso sobre denúncia no sistema penitenciário e a testemunha direta foi assassinada, apesar de todos os apelos de pedido de custódia”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a coordenadora, para acessar as ouvidorias nos estados, a pessoa pode ligar para os números (61) 2025-3116 e 2025-9825, da Ouvidoria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, que será informada sobre a ouvidoria mais próximo de sua residência. Também é possível enviar email para o endereço ouvidoria@sedh.gov.br. O nome do denunciante é mantidos em sigilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Correiro Brasziliense &#8211; Agência Brasil</p>
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